Cenáculo do Saber

Livro do Pr. Jonas J. Mendes · somente Kindle

A Morte de Deus e o Crepúsculo da Cultura Ocidental

De Nietzsche à era pós-cristã, o Pr. Jonas J. Mendes refaz o caminho que levou a cultura ocidental a tratar Deus como irrelevante e mostra o que ruiu junto: a verdade, a moral, a educação e a própria identidade do homem.

Disponível somente em Kindle, na Amazon. Leia no aplicativo gratuito, no celular, no tablet ou no computador.

Capa do livro A Morte de Deus e o Crepúsculo da Cultura Ocidental

O diagnóstico

Quem tenta responder ao nosso tempo só pelos sintomas acaba discutindo efeito sem tocar na causa. O Pr. Jonas escreve que a única maneira de dar respostas satisfatórias é “conhecendo às Escrituras e o nosso tempo”.

  • 01A verdade e a moral perderam o chão comum que as sustentava.
  • 02A educação passou a ser tratada como a nova salvadora.
  • 03As pessoas já não sabem dizer de onde vêm, o que fazer da vida e para onde vão.
  • 04A espiritualidade voltou à moda, mas quer um Deus que não faça exigências.
  • 05Ainda há cristãos e igrejas, mas o cristianismo perdeu o direito de influenciar a moral, a política e o direito.

“Ao rejeitar Deus, o Ocidente rejeitou as suas próprias raízes, e sem raízes uma árvore cai no primeiro temporal, ou simplesmente vai secando até perder toda a vitalidade e morrer.”

Cap. 4, O declínio do Ocidente pós-moderno

Igreja antiga e vazia atravessada pela luz

A tese

Em A Gaia Ciência, um louco acende uma lanterna em plena luz do dia e corre por uma praça de ateus gritando que procura Deus. A praça ri. Ele responde que todos o mataram, ele incluído.

O Pr. Jonas mostra que o anúncio descreve uma cultura que já vivia como se Deus não existisse e ainda não tinha medido o preço disso. E o preço veio.

“A própria modernidade só se tornou possível por causa do cristianismo, mas o problema é que ela acabou se revoltando contra ele, e colocando o próprio Deus de lado.”

Cap. 1

O percurso do livro

Um caminho histórico, filosófico e teológico pela construção da civilização ocidental e pelo projeto que hoje tenta desmontá-la.

  1. 01

    A Modernidade e o Banimento de Deus

    O que Nietzsche quis dizer com “Deus está morto”, como Deus se tornou irrelevante na consciência ocidental e o que acontece com um mundo que esquece as próprias raízes.

    • Gott ist tot: Deus está morto
    • Quando Deus se tornou irrelevante
    • O Ocidente moderno e o caminho para a descrença
    • A sombra de Deus no Ocidente
    • Encarando as consequências de um mundo sem Deus
    • Pós-modernidade como legado nietzschiano
  2. 02

    A Modernidade e o Desencantamento do Mundo

    A razão autônoma, o homem como “modelo do mundo”, a revolução científica e o deísmo, que tirou Deus da história e abriu caminho para o ateísmo.

    • A modernidade e a razão emancipada
    • O homem é o modelo do mundo
    • Revolução científica e descentralização do cosmos
    • Os modernos diante da árvore do conhecimento
    • Deísmo moderno: um caminho para o ateísmo
    • Como o deísmo mudou a modernidade
  3. 03

    O Declínio da Cultura Ocidental e o Eclipse de Deus

    A gênese do Ocidente entre Atenas, Roma e Jerusalém, as sínteses de Agostinho e de Tomás de Aquino, a Reforma e o humanismo renascentista.

    • A gênese da civilização ocidental
    • A aurora da cultura ocidental: de Atenas a Jerusalém
    • A síntese de Agostinho de Hipona
    • Tomás de Aquino e a nova síntese
    • A Reforma Protestante e o humanismo renascentista
    • Jerusalém contra Atenas: culturas em conflito
    • Pilares da cultura ocidental
  4. 04

    A Pós-Modernidade e a Desconstrução do Ocidente

    O fim das metanarrativas, a crise da educação, a descristianização da cultura e os desafios do relativismo e do revisionismo histórico aos valores judaico-cristãos.

    • A pós-modernidade e o fim das metanarrativas
    • O declínio do Ocidente pós-moderno
    • A crise da educação ocidental
    • A educação na pós-modernidade
    • A crise do Ocidente
    • O Ocidente e a cultura do repúdio
    • Pós-colonialismo e relativismo cultural
    • A caixa-preta do Ocidente: os pós-modernos e o revisionismo histórico
  5. 05

    A Invasão Vertical dos Bárbaros

    As dimensões formativas da cultura, a crise de identidade, a orientalização do Ocidente, o retorno dos deuses e a aurora da era pós-cristã.

    • As dimensões formativas da cultura
    • Da crise da cultura à crise da identidade
    • Pós-modernidade e contracultura
    • Orientalização do Ocidente
    • O retorno dos deuses e o reencantamento do mundo pós-moderno
    • O Ocidente e a aurora da era pós-cristã

Mais apresentação, prefácio, introdução e palavra final.

Dentro do livro

Por que Nietzsche pôs o anúncio da morte de Deus na boca de um louco, numa praça de ateus?

A praça ri do homem da lanterna, e ele devolve a pergunta: quem esvaziou o mar e apagou o horizonte inteiro?

Como o relojoeiro de Voltaire, que defendia um Criador, ajudou a abrir caminho para o ateísmo?

Um Deus que fez o mundo e se afastou dele deixa de ser alguém a quem se possa orar.

Por que o Deus cristão chora diante de Jerusalém, e o Deus dos filósofos gregos não sente nada?

A diferença parece de detalhe. Ela decide o valor que o Ocidente deu à pessoa.

A ciência refutou a Bíblia?

Galileu, Newton e a crença grega que caiu junto com o geocentrismo.

Por que a crise da cultura acaba numa crise de identidade?

Toda cultura responde a três perguntas: de onde venho, o que faço da vida e o que acontece depois da morte.

O que é a “invasão vertical dos bárbaros”?

A expressão de Mário Ferreira dos Santos que dá nome ao último capítulo do livro.

Trechos do livro

Quando evangelizamos, não estamos pregando sobre o Ocidente, mas sobre aquilo que fez com que o Ocidente se tornasse possível, ou seja, o cristianismo.
Cap. 4, A descristianização da cultura
“Sem Deus, não há pecado, mas, sem Deus, também não há redenção!”
Cap. 5, Os heróis da nova cultura
“O cristianismo enxerga o mal como um invasor, um elemento estranho à ordem das coisas.”
Cap. 3, Jerusalém contra Atenas
“Não foi a Bíblia que a ciência refutou, mas as interpretações que a igreja havia dado até então.”
Cap. 2, Revolução científica

Prefácio e apresentação

“Este livro é uma análise perspicaz e detalhada dos fenômenos culturais e filosóficos que têm moldado e, em muitos casos, desafiado a fé e a prática cristã no mundo ocidental.”

“O professor Jonas J. Mendes, com sua erudição e devoção, oferece ao leitor uma análise crítica e esperançosa […].”

Valmir Nascimento Milomem Santos, autor do prefácio. Jurista, mestre em Teologia, doutorando em Filosofia Política e Social e escritor.
“A obra nos apresenta uma análise profunda e crítica da forma como as ideias modernas moldaram nossa compreensão de fé, espiritualidade e a própria cultura que habitamos.”
Pr. Geziel Silva Costa, autor da apresentação. Bacharel e mestre em Teologia.
Pr. Jonas J. Mendes

Quem escreve

Nascido em Mariluz, no interior do Paraná, mudou-se ainda jovem com os pais para Mato Grosso e trabalhou no campo na adolescência. Formou-se em teologia, pedagogia e filosofia. É Valmir Nascimento quem conta essa história no prefácio, ao lembrar que Jonas une o conhecimento acadêmico à piedade.

  • Professor de Teologia do Novo Testamento e coordenador de pós-graduação nas Faculdades Integradas Cantares de Salomão (FEICS)
  • Mestre em Teologia, com especialização em Novo Testamento
  • Mestre e doutorando em Filosofia pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
  • Pastor auxiliar no templo sede da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Cuiabá e região (IEAD-CUIABÁ)
  • Membro do Conselho de Educação e Cultura (CEC) da IEAD-CUIABÁ
  • Autor dos livros “A Arte da Leitura Bíblica”, “A Morte de Deus e o Crepúsculo da Cultura Ocidental” e “Hermenêutica: Uma Introdução à Interpretação Bíblica”
  • Autor de diversos artigos na revista Obreiro Aprovado (CPAD)

Para quem é

É para você se…

  • Você quer entender por que a fé cristã perdeu espaço na cultura, e não só lamentar isso.
  • Você é pastor, professor ou líder e conversa com gente formada pela escola e pela universidade de hoje.
  • Você quer conhecer Nietzsche, Voltaire, Agostinho e Tomás de Aquino a partir de uma leitura cristã.
  • Você acredita que o cristão precisa entrar na arena cultural, e não entregar a cultura aos “bárbaros”.

Não é para você se…

  • Você procura leitura leve para passar o tempo. O livro dialoga com filósofos e historiadores e cita as fontes.
  • Você quer o livro impresso. Esta obra está disponível somente em Kindle.
A Morte de Deus no Kindle

Formato

  • Compra na Amazon e leitura imediata.
  • Leia no Kindle ou no aplicativo gratuito, no celular, tablet ou computador.
  • Preço atualizado na página do livro na Amazon.

Perguntas frequentes

Existe versão física?

Não. A Morte de Deus e o Crepúsculo da Cultura Ocidental está disponível somente em Kindle, na Amazon.

Preciso ter um aparelho Kindle?

Não. O livro pode ser lido no aplicativo gratuito Kindle, no celular, no tablet ou no computador.

Preciso conhecer filosofia para ler?

Não é requisito. O livro apresenta os pensadores que discute, como Nietzsche, Voltaire, Agostinho e Tomás de Aquino, e situa cada um na história. Quem já estudou filosofia vai encontrar as fontes citadas.

Quantos capítulos tem?

Cinco capítulos, além da apresentação, do prefácio, da introdução e da palavra final.

Quem assina o prefácio e a apresentação?

O prefácio é de Valmir Nascimento Milomem Santos, jurista, mestre em Teologia e doutorando em Filosofia Política e Social. A apresentação é do Pr. Geziel Silva Costa, mestre em Teologia.

O Cenáculo vende algum livro físico do Pr. Jonas?

Sim: A Arte da Leitura Bíblica, enviado para todo o Brasil. Ele também tem versão Kindle.

Conhecer A Arte da Leitura Bíblica

Palavra final do livro

Talvez ainda dê tempo de ouvir o alerta: os bárbaros estão às portas.

Disponível somente em Kindle, na Amazon.

Do mesmo autor: A Arte da Leitura Bíblica